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Em meio a pandemia como está o cenário para a suinocultura e o que podemos fazer neste momento?

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O COVID-19, em três meses já se espalhou em 147 países e até o presente momento não há nenhum caso envolvendo os suínos, a transmissão viral ocorre predominantemente por vias respiratórias e somente entre humanos.

Diante deste cenário, segundo o Ministério da Economia a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro previsto para 2020, teve uma queda de 2,1% para 0,02% após a pandemia, um crescimento praticamente nulo.

Entretanto, mesmo com as mudanças na rotina dos brasileiros causada pelo COVID-19, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) se mantém otimista na continuidade do fornecimento de alimentos para o mercado, dados do MAPA apontam que a safra de grãos para 2020 e 2021 deve chegar a 251,9 milhões de toneladas, um aumento de 4,1% em relação à safra do ano anterior.

No boletim publicado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) avaliando impactos da pandemia para o agro no comércio internacional com a China, União Europeia e Estados Unidos relata que não houve impactos expressivos. Entretanto, na China houve uma queda de 20,5% nas vendas totais do varejo seguida de um aumento de vendas online em 3%.  EUA e UE tem-se preocupado mais com a redução da movimentação de pessoas. Na Arábia Saudita, a demanda por fornecedores brasileiros aumentou para suprir o mercado interno, e atrasos na liberação da carga em virtude do controle mais rígido nos portos foram observados.

Cancelamento de rotas marítimas gerando atrasos no transporte internacional, além da falta de contêineres na exportação são um gargalo e a queda do food service de 10 a 15% também preocupa o setor, embora seja observado um aumento da procura pelo atacado e varejo. Também foram observados o aumento de 9,7% no comércio de grãos, óleos e alimentos nos dois primeiros meses do ano.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) orienta as empresas associadas que a saúde de colaboradores e a oferta de alimentos para população são prioridades indiscutíveis. Ficando a cargo das empresas intensificarem as orientações sanitárias e a suspensão de visitas em unidades, salvo casos estritamente necessários.

A ABPA também solicitou aos governadores que mantenham as vias de escoamento e entrada de alimentos e insumos. Evitando desabastecimento como ocorreu em outros países, dando assim prioridade a produção de alimentos básicos como carne de frango, suína e ovos necessário para o bem-estar da população.

O Fornecimento global de alimentos envolve milhares de pessoas. Caminhões carregados, contêineres em navios ou aviões circulam mundialmente o tempo inteiro. Se barreiras sanitárias são necessárias e o produto final não chegar no seu destino, preços e contratos podem ser comprometidos ou serem renegociados de última hora, afetando gravemente toda cadeia de suprimentos.

O isolamento social favorece os sistemas de saúde na tentativa de postergar um provável colapso generalizado achatando a curva de número de casos. Mas também pode afetar a demanda atual e futura de alimentos de várias formas. Produtos nas prateleiras podem se esgotarem, pessoas em quarentena podem aumentar seu consumo em pouco tempo e ainda que outras sejam controladas e conservadoras, em linhas gerais teremos distorções na demanda da cadeia de alimentos que precisará atender ao mercado, minimizando impactos econômicos e sociais.

Diferentemente de outros tipos de empreendimentos, no ramo alimentício o alinhamento da produção em virtude da falta ou excesso de produto não é corrigida em curto prazo. Suínos retidos na granja podem gerar prejuízos decisivos na continuidade do negócio rural, e se processados a capacidade de abate, armazenamento e validade são limitantes para a agroindústria. Assim, neste momento devemos fortalecer a biosseguridade da granja, adotar medidas para proteger a saúde dos colaboradores e buscar uma produção ajustada ao mercado.

Thales Torres – estagiário da Labor Rural

 

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