Uma produção sustentável nasce do equilíbrio entre eficiência técnica, qualidade e boa gestão dos recursos. Para alcançar esse resultado, o controle fitossanitário eficiente é um dos pilares mais importantes. Um manejo bem executado fortalece as plantas, aumenta a produtividade e melhora a qualidade das amêndoas.
As fazendas mais produtivas comprovam isso na prática. Elas investem de forma planejada e estratégica no controle de pragas e doenças, com suporte técnico e uso racional de insumos. O resultado é claro: produzem mais, utilizam melhor os recursos e alcançam maior rentabilidade.
Figura 1. Comparação de custos (R$/ha) da atividade Controle de Pragas e Doenças de acordo com diferentes produtividades para a safra 2024.

Fonte: Departamento de Inteligência da Labor Rural.
Essas propriedades destinam 264% a mais de recursos ao manejo fitossanitário em comparação ao grupo com produtividade próxima à média nacional (136 a 406 kg/ha).
Esse dado reforça um ponto essencial: investir em manejo fitossanitário é uma estratégia de crescimento, não um custo. Planejar, monitorar e executar o controle de forma técnica protege a lavoura, reduz perdas e garante uma renda mais estável e segura ao longo do tempo.